A Mango conclui o primeiro semestre com um crescimento de 25% e prevê um exercício com um investimento recorde

  •        A Mango concluiu os primeiros seis meses de 2022 com uma faturação de 1.214 milhões de euros, mais 24,8% do que no mesmo período do ano anterior, e ultrapassa o número de vendas registadas no primeiro semestre de 2019.
  •        A empresa acabou o semestre com um resultado bruto superior ao do mesmo período de 2021.
  •        Os primeiros seis meses destacaram-se  pela boa evolução da empresa em mercados-chave como a Espanha, a França, os Estados-Unidos, o Reino Unido, a Itália e a Índia.
  •        O grupo, com sede em Barcelona, acelerará o seu ritmo de investimento com a previsão de ultrapassar os 124 milhões de euros em 2022, quase o triplo do que em 2021. Tecnologia, logística, instalações e lojas serão os principais âmbitos de investimento do corrente ano.
  •        A empresa continua a desenvolver o seu ecossistema de canais e parceiros, com uma aposta firme no canal online e com sessenta aberturas líquidas até ao mês junho.
  •        No primeiro semestre, a Mango continuou a percorrer o seu caminho dentro da sustentabilidade e, pela primeira vez na sua história, vinculou a sua dívida aos critérios ESG (ambientais, sociais e de boa governança empresarial).

 

BARCELONA,
14 DE JULHO DE 2022


A Mango, um dos principais grupos da Europa na indústria da moda, acabou o primeiro semestre de 2022 com números positivos. A empresa acabou os primeiros seis meses do corrente ano com um crescimento de 24,8% no seu volume de negócios. A empresa prevê um exercício com um investimento recorde, com áreas como lojas, tecnologia ou logística como principais objetivos de reforço.

A empresa concluiu o primeiro semestre com uma faturação de 1.214 milhões de euros, o que representa uma evolução de dois dígitos face aos 973 milhões de euros de 2021. A Mango mantém assim o ritmo de 2021 e deixa para trás a pandemia, superando, no primeiro semestre, as vendas relativas ao mesmo período de 2019.

Toni Ruiz, diretor-executivo da Mango, destaca que “a evolução no primeiro semestre é mais um sinal da nova etapa de crescimento em que se encontra a Mango”. “Os nossos clientes apreciam e valorizam o nosso produto, e acelerámos a nossa expansão, além de termos tornado mais eficientes as nossas operações”, acrescenta. Consequentemente, a empresa acabou o primeiro semestre com um resultado bruto superior ao do mesmo período de 2021.

Ao longo do semestre, a evolução das vendas acompanhou o ritmo da recuperação da normalidade social e da situação geopolítica internacional. O período começou marcado por uma nova expansão da pandemia da COVID-19 em Europa, depois pela eclosão da guerra na Ucrânia e, finalmente, pelo levantamento das últimas restrições na Europa, bem como pela chegada do bom tempo. A Mango, uma marca apreciada pelos clientes graças às suas peças de vestuário para ocasiões especiais, capitalizou o regresso às lojas em abril, bem como a recuperação dos eventos sociais.

Presente em mais de 110 mercados de todo o mundo, graças a um ecossistema de distribuição composto por canais e parceiros internacionais, a Mango tem registado uma evolução positiva nas principais latitudes em que opera, com exceções como a Rússia. No primeiro semestre, a empresa abandonou as suas operações diretas no mercado russo, para as quais realizou uma provisão de 20 milhões de euros.

Têm-se destacado países-chave para a Mango como: a Espanha; a França, onde a empresa acaba de renovar a sua flagship do Haussmann, em Paris, e onde prevê chegar a 300 pontos de venda até 2025; o Reino Unido, onde a empresa prevê realizar novas aberturas em locais como o centro comercial Battersea Power Station, em Londres, e a Itália, com um ambicioso plano de expansão, sobretudo no sul do país.

Outros mercados em que a Mango evoluiu significativamente são os Estados Unidos e a Índia, dois dos países estratégicos para o exercício do corrente ano. Nos Estados Unidos, a Mango abriu uma flagship, na Quinta Avenida de Nova Iorque, abertura esta que se inclui num plano de desenvolvimento que se traduz na formação de uma rede de 40 lojas no país até 2024. Na Índia, por seu turno, a empresa acelerou o seu desenvolvimento, pela mão do seu parceiro Myntra, onde chegou aos 50 pontos de venda no primeiro semestre e onde prevê a realização de 15 a 20 inaugurações no segundo.

No final do primeiro semestre, a empresa contava com uma rede de 2.508 pontos de venda em todo o mundo, após ter realizado um total de 61 aberturas líquidas desde o passado mês de dezembro. A Mango continua a apostar com força no canal online, embora, em comparação com o primeiro semestre de 2021 (quando os principais mercados europeus ainda apresentavam restrições relativas ao comércio físico), tenha registado, no final dos primeiros seis meses de 2022, uma ligeira queda de 3,9%.                                                                        

Investimentos recorde

Pendente da sua evolução no segundo semestre, as previsões da empresa para 2022 passam pela recuperação dos números de vendas pré-pandemia. A Mango encerrou 2021 com uma faturação de 2.234 milhões de euros, com um crescimento de 21,3% relativamente a 2020 e muito próximo ao de 2019, ano em que atingiu um lucro de vendas de 2.374 milhões de euros.

Para acompanhar a nova fase de desenvolvimento, o grupo com sede em Barcelona acelerará o seu ritmo de investimento com a previsão de ultrapassar os 120 milhões de euros para todo o ano de 2022, o que implicará quase triplicar o investimento de 2021. Tecnologia, logística, instalações e lojas serão os principais âmbitos de investimento do corrente ano.

No final do primeiro semestre, a Mango concluiu as obras de ampliação do seu centro logístico em Lliçà d'Amunt (Barcelona) e iniciou a instalação dos sistemas de intralogística. A ampliação, que após a sua conclusão terá implicado um investimento global de 88 milhões, entrará em funcionamento em 2023 e servirá para a Mango centralizar todas as suas operações online e dar resposta ao seu desenvolvimento internacional.

A Mango manterá também a sua aposta nas lojas físicas, uma parte essencial do seu ecossistema de distribuição. No segundo semestre, a empresa pretende adicionar mais de uma centena de pontos de venda à sua rede de distribuição e prevê encerrar 2022 com mais de 2.600 pontos de venda.

Outro dos grandes projetos que a Mango tem em andamento é a construção da sua nova sede corporativa. O novo Campus Mango, que implicará uma renovação dos espaços atuais e uma ampliação com um novo edifício corporativo, entrará em funcionamento em 2024.

 

 

Sustentabilidade

No primeiro semestre, a Mango continuou a percorrer o seu caminho dentro da sustentabilidade. A Science Based Targets initiative (SBTi), entidade impulsionada pelo Pacto Global das Nações Unidas, validou, no passado mês de junho, o estarem bem dentro dos objetivos definidos no Acordo de Paris os objetivos de redução de emissões de gases com efeito de estufa (GEE) do grupo.

Em abril, a empresa conseguiu também, pela primeira vez na sua história, vincular a sua dívida aos critérios ESG (ambientais, sociais e de boa governança empresarial). O valor da dívida do grupo será reduzido se atingir 100% do uso de algodão sustentável, poliéster reciclado e fibras celulósicas de origem controlada até 2025, bem como uma redução de 10% nas emissões de CO2 de alcance 1 e 2.

Em 2022, a Mango reavaliou os objetivos estabelecidos no início de 2020, dentro do seu plano estratégico de sustentabilidade, e decidiu adiantar a sua execução. A Mango espera, mais concretamente, que 100% do poliéster usado seja já reciclado em 2025, duplicando a meta inicial estabelecida para o mesmo ano. A empresa pretende igualmente que, em 2025, 100% das fibras celulósicas utilizadas sejam de origem controlada e rastreável, o que significa cumprir o compromisso cinco anos antes do que estava previsto. A empresa mantém-se também firme no objetivo de que 100% do algodão utilizado seja de origem sustentável antes de 2025.

Em 2021, a Mango já tinha alcançado 91% de uso de algodão mais sustentável e 59% de fibras celulósicas de origem controlada. Além disso, 54% do poliéster utilizado era reciclado, pelo que alcançou o objetivo inicial quatro anos antes do que tinha definido.

A Mango torna visível o seu compromisso com a moda sustentável através da denominação Committed, que inclui todos os artigos da Mango com menor impacto ambiental. Em 2021, as peças com características Committed representavam já 80% da produção total, muito além dos 45% de 2020. A Mango tem como objetivo que 100% das suas peças tenham a denominação Commmitted em 2022.

 

 

 

 

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A Mango, um dos principais grupos de moda da Europa, é uma empresa global com o design e a criatividade no centro do seu modelo e com uma estratégia baseada na inovação constante, na procura da sustentabilidade e num ecossistema completo de canais e parceiros. Fundada em Barcelona, em 1984, a empresa encerrou o ano de 2021 com uma receita de 2.234 milhões de euros, com 42% de negócio proveniente do canal online e com presença em mais de 110 mercados. Mais informações em www.mango.com

 

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